segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rapejo.Team em Férias - Sesimbra 2014

Sesimbra, terra do bom peixe e de mar.

Local de extrema beleza, vive com o mar “a seus pés”, um tesouro em plena Serra da Arrábida, foi este o meu local de férias, uma gastronomia rica em sabores do mar, é curioso ver-se durante a noite as embarcações em plena faina pesqueira.


Sesimbra tem nas suas gentes, um poço de cultura e história, tem ainda ruas e ruelas de calçada portuguesa, calçada essa, polida por que se passeia nela. Faz da Fortaleza de Santiago, o seu monumento de eleição, uma muralha fantástica em plena praia, para finalizar a praia em si, um pequeno paraíso “á beira-mar plantado”, de água bem calmas e cristalinas, acordar e olhar para a imensidão deste mar de Sesimbra é algo de fantástico.

Comecei esta viagem no Cadaval, tinha como destino Sesimbra, aproveitei a viagem para voltar a passar pela ponte 25 de Abril, vista soberba sobre o Tejo, fui recebido de braços aberto pela não menos grandiosa estátua de Cristo Rei, chegado a Almada foi seguir em direcção a Sesimbra, foi então que me aventurei na Serra da Arrábida, uma paisagem verde tão típica de serra, Sesimbra aproximava-se a cada quilometro, foi então que o mar deu um ar da sua graça, em dia de um sol radiante, fui presenteado com um autentico postal de visita.

Cheguei a Sesimbra

As ruas cheias de traços tão portugueses, como as rendas nas lojas de lembranças, a calçada portuguesa, homens do mar com as calças a meia canela, bancas de restaurantes com peixe fresco, tão fresco que me conquistou de imediato, não sou grande apreciador de peixe mas não poderia deixar de experimentar tal “pitéu”.
Depois de almoçar, percorri o paredão apreciei os ensaios do grupo de samba de Sesimbra, ignorância minha, desconhecia a tradição que Sesimbra tem em organizar um óptimo Carnaval, questionando um dos habitantes, será dos melhores do país, presunção lógica de quem defende a “sua dama”.
Depois de passear, tinha um chek-in para fazer no hotel, veio o descanso, a calma o relaxamento total, uma paz interior, o esquecer dos problemas e desfrutar de uma vista sobre a praia, um pôr-do-sol fantástico.
O dia seguinte começou com o barulho tão típico das gaivotas, mais uma voltinha pela terra em jeito de despedida e o regresso a casa.


Obrigado Sesimbra

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

A Fonte do Ouro Líquido


Oliveira

A oliveira é conhecida cientificamente como Olea europaea L., família Oleaceae. São árvores baixas de tronco retorcido nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo, bem como do norte do Irã no extremo sul do Mar Cáspio. A árvore e seus frutos dão seu nome à família de plantas que também incluem espécies como o lilás e o jasmim. A palavra deriva do latim "oliva", que por sua vez vem do grego λαία ( Elaia ), em última análise a partir de grego micênico e-ra-wa ("elaiva") ou "óleo". De seus frutos, as azeitonas, os homens no final do período neolítico aprenderam a extrair o azeite. Este óleo era empregado como unguento, combustível ou na alimentação, e por todas estas utilidades, tornou-se uma árvore venerada por diversos povos.

A Civilização Minoica, que floresceu na Ilha de Creta até 1500 a.C., prosperou com o comércio do azeite de oliva, que primeiro aprendeu a cultivar. Já os gregos, que possivelmente herdaram as técnicas de cultivo da oliveira dos minoicos, associavam a árvore à força e à vida. A oliveira é também citada na Bíblia em várias passagens, tanto a árvore como seus frutos.

Há de se fazer nota ainda sobre a longevidade das oliveiras. Estima-se que algumas das oliveiras presentes em Israel nos dias atuais devam ter mais de 2500 anos de idade. Em Santa Iria de Azóia, Portugal, existe uma oliveira com 2850 anos.