terça-feira, 25 de setembro de 2018

OLH'Ó FONDUE !!!
Evento realiza-se das 20.30h ás 23.00 h. 

 Receita de Fondue

INGREDIENTES

300 g carne de vitela magra picada grosseiramente
300 g peito de frango em cubos Cúbicos
300 g lombo de vitela em cubos Cúbicos
300 g carne de borrego sem lã em cubos Redondos
1 Ovo de Codorniz
1 Pão Caseiro Ralado
1 c. de chá hortelã picada em Juliana
alho em pó de maneira que dê para “snifar”
1/2 colher de descafeinado de sal finíssimo
Pimenta em pó ou em pau.
1 concha de sopa queijo parmesão ralado
1 litro de óleo de girassol ou Sintético com poucos quilómetros.
Molhos: - Todos os molhos que gostar que estejam no Supermercado.

Preparação

1. Coloque a carne picada numa tigela rasa, junte a hortelã picada em Juliana, o alho, o sal, a pimenta, o queijo ralado, o ovo, o pão ralado e misture estupidamente.
4. Forme pequenas almôndegas com o preparado de carne picada reservado. Disponha-as num prato ou travessa, assim como as restantes carnes. Tape com película aderente e leve ao frigorífico.
2. Deite o óleo no tacho do fondue e leve ao lume até ficar bem quente. Transfira-o cuidadosamente, para o suporte, já com a lamparina ligada.
3. Passe as carnes pelo óleo até estarem no ponto e acompanhe com os molhos.
5. Nisto tudo falta os paus “espetos”, para ter a carne a fazer. Cada homem leve o seu e as Madames caso não tenham um em casa, peçam ao vizinho.

 Bom Apetite e até ao próximo evento.

terça-feira, 3 de abril de 2018



VAMOS PLANTAR UMA ÁRVORE???



O Evento, 

realiza-se das 16.00H ás 17.00H.

Trás boa disposição e uma Enxada.








terça-feira, 18 de abril de 2017

Rodas Team em Ferias - Vila Nova de Milfontes 2017

Vila Nova de Milfontes é uma freguesia portuguesa do concelho de Odemira, distrito de Beja, situada na margem norte da foz do rio Mira. Encontra-se inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Foi com estas informações que parti num fim de semana de descanso e paz, Vila Nova de Milfontes já era uma vila que conhecia, mas já há mais de vinte anos que não a visitava, fui sempre na expectativa do que iria encontrar.

 O dia começou bem cedo, parti de casa por volta das 7.30, com destino á primeira paragem que seria em Sines, aproveitei para fazer umas caches, e ainda para tomar o pequeno-almoço junto da marina, um lugar muito calmo, com bastantes pessoas a passear, o dia estava muito bom, no meio de tanta indústria que Sines tem, aquela baia é um “oásis”, muito agradável, recomendo vivamente uma visita, vale a pena.





Segue o dia com destino a Porto Covo, uma terra que faz lembrar o meu cantor de eleição Rui Veloso, um “Lugar de Porto Covo”, que estupidamente nunca tinha ido, tudo muito bem arranjado, com um mini cais de embarque, com uns velhotes á conversa e outros tantos, na pescaria matinal, ao conhecer um pouco deste lugar tão acolhedor, “descobri” uma praceta central junto á igreja que é algo divinal, digno do mundo de “Portugal dos Pequeninos”, é o que me faz lembrar. A hora de almoço aproximava-se e acabei por almoçar por lá.




Porto de Embarque para Ilha do Pessegueiro

São duas da tarde e está na hora de “voltar á estrada”, com destino á ultima paragem, Vila Nova de Milfontes, em ritmo de passeio, lá fui eu com a chegada a Vila Nova de Milfontes a ser feita dentro do horário esperado. Cerca de vinte anos passaram até este regresso, e como era esperado muitas diferenças, muitos mais prédios muito Aldeamentos Turísticos, o que num lugar como este é normalíssimo, a parte Central apesar das melhorias não tem muitas diferenças, já na parte fluvial, o “areal” está em metade daquilo que era, o miradouro para toda a baia está muito bem pensado, com um parque para roulotes, espero voltar em época balnear para ver as diferenças, mas este pôr do sol é único, seja qual for a altura do ano.


Como alguém me disse uma vez o que importa onde é que eu passo férias? Interessa pouco, apenas achei que este lugar merecia uma cache e aproveitei e dei a conhecer esta zona tão bonita de Portugal. Tendo agora familiares na zona, por certo voltarei regularmente, o que me deixa bastante feliz.

Rodas Team

terça-feira, 1 de novembro de 2016


Oeste O Oeste constitui uma unidade territorial estatística de nível III (NUT III), e é formada por parte da Região do Centro (sendo que até 2002 estava incluída na antiga região de Lisboa e Vale do Tejo). Incorpora a parte norte do Distrito de Lisboa e uma parte do Distrito de Leiria. A região é limitada a sul pela Grande Lisboa, a leste pela Lezíria do Tejo, a norte pelo Pinhal Litoral e a oeste pelo Oceano Atlântico. Tem uma área de 2486 km² e uma população de 362 523 habitantes (censos de 2011[1]).

Compreende 12 concelhos:

Alcobaça 
Alenquer 
Arruda dos Vinhos 
Bombarral 
Cadaval 
Caldas da Rainha 
Lourinhã 
Nazaré 
Óbidos 
Peniche 
Sobral de Monte Agraço 
Torres Vedras



Eu sou a bravura que defendeu as linhas e sou a fuga de Peniche. 
Sou a história em Alcobaça. 
Sou pêra rocha do Bombarral. 
Sou as ruas estreitas de Óbidos e as termas de Leonor. 
Sou a coragem de quem enfrenta o mar e a força de quem amaina a terra. 
Eu sou A lenda de D. Fuas. 
Sou duquesa no Cadaval e bruxa na Arruda. 
Eu sou A pintura de Malhoa. 
A pena de Proença, o traço de Byrne e escultura de Fragoso. 
Eu sou Agostinho e como ele, pedalei todo mundo. 
Eu sou a onda que McNamara surfou. 
Sou as águas calmas da Lagoa de Óbidos e sou o ar puro de Montejunto. 
Sou o início do Mundo, a capital dos Dinossauros. 
Com coragem, enfrento os toiros no Sobral e olé, 
que venha o Carnaval de Torres e o vinho de Alenquer! 

PORQUE EU SOU O MUNDO. 
PORQUE EU SOU PORTUGAL. 
PORQUE EU SOU OESTE.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

rio liz

O Rio Lis é um rio português que nasce junto da povoação das Fontes, dois quilómetros e meio a Sul da freguesia de Cortes, a que pertence, ao distrito e concelho da cidade de Leiria. Esta cidade é banhada pelas suas águas, onde se juntam também às do Rio Lena. A parte inicial do seu percurso é feita no sentido Sul-Norte, acabando, nos seus quilómetros finais, por ter o sentido Este-Oeste.
O rio surge numa zona calcária, passa pelas Cortes e intersecta a cidade de Leiria, com as margens quase todas ocupadas por jardins e percursos pedestres. No seu troço intermédio, depois do rio passar pela malha urbana, formam-se planícies aluvionares, às quais se deu o nome de Campos do Lis. Os Campos do Lis são característicos pelos vários canais e açudes utilizados para regar os terrenos agrícolas, nos quais nascem campos de milho, extensas zonas de horticultura e os mais variados pomares. Ao longo do rio podemos encontrar as suas margens repletas de caniços, freixos e salgueiros, bem como as mais variadas aves.[1] Muito ocasionalmente, em alturas de precipitação intensa, o rio aumenta de caudal e inunda os campos circundantes, apesar da situação já estar controlada com a construção dos açudes. No seu percurso final, o rio passa junto ao Pinhal de Leiria, e acaba por desaguar no Oceano Atlântico, a norte da Praia da Vieira, freguesia de Vieira de Leiria e concelho da Marinha Grande, após percorrer uma extensão de cerca de 39,5 quilómetros. Com população rica em espécies piscícolas e muito procurado para eventos de pesca desportiva no seu trajecto em Leiria, hoje (2008), as espécies que aí nidificavam reapareceram substancialmente. Para quem chega agora ao Rio Lis em Monte Real fica deslumbrado com a paisagem. A excelente situação geográfica e as condições criadas para a pesca desportiva encantam qualquer um, pois peixes não falta nas águas do Rio Lis.
Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria



Fundada a 30 de Janeiro de 1947, tendo com seu primeiro comandante Joaquim Tomé Féteira, sendo que o Quartel situava-se numa garagem cedida por António Teodósio Pedrosa, o actual Quartel situa-se na rua 25 de Abril e foi inaugurado em 30 de Janeiro de 1994, aquando dos festejos do 47º Aniversário desta Corporação.

Conta neste momento com cerca de 80 membros na sua Corporação e cerca de duas dezenas de viaturas e ainda uma equipa de socorro a náufragos.


A história



O naufrágio de um dos barcos da companha de Manuel da Silva Sapateiro, na manhã de sexta-feira de 15 de Novembro de 1907, foi o maior desastre com perda de vidas de que há registo nos anais da praia, e constituirá para sempre um marco histórico na memória coletiva dos pescadores da Praia da Vieira.
Os nomes dos pescadores mortos, ou feridos no naufrágio são o triste epitáfio de uma época marcada pela mais extrema miséria, aceite com fatal resignação pela simplicidade e humildade das gentes da praia, vergadas ao seu amargo destino, obrigadas a pagar ao mar com o oneroso tributo das suas vidas, o amargo pão de cada dia.
O luto pelos mortos, veio ensombrar ainda mais a já negra e miserável existência daquelas pobres gentes, "os párias do mar", como Aquilino Ribeiro os apelidou, no seu romance "A Batalha Sem Fim".
Especialistas e eruditos locais como Hermínio de Freitas Nunes, mais do que como discentes, são sobretudo necessários, como docentes ou investigadores, em quaisquer escolas que de facto queiram sair de si próprias e ser capazes de estudar algo mais do que o seu próprio umbigo.
Que pode haver, de resto, mais interessante do que a história de homens verdadeiros - homens corajosos - que é a história dos pescadores...?
A descrição do acidente marítimo é relatada por Francisco Oneto Nunes, na obra “Vieira deLeiria-A História, O Trabalho, A Cultura”, que lembra as palavras do escritor vieirenseAntónio Vitorino sobre o assunto. É referida a tensão “quando os homens dentro do barco seapercebem de que estão à beira do desastre, sempre seguidos na sua angústia por aqueles outros que estão em terra sem lhes poderem acudir”.
Enquanto uns caíram ao mar com o impulso da onda e nadaram, outros ficaram presos no barco
abalroado e morreram, fazendo com que este trágico acidente fosse perpetuado, pelos pioresmotivos, na memória da população de Vieira de Leiria.
Um século depois, em 15 de Novembro de 2007, a Câmara Municipal da Marinha Grande homenageou os bravos homens que perderam a vida nesse naufrágio, erigindo junto do "Monumento ao Pescador", uma escultura em honra dos 13 bravos que constituíam a tripulação do “Salsinha”.

segunda-feira, 20 de junho de 2016


Do Sonho à Realidade, foi assim que um dia sonhei, ter um Mega Evento no Montejunto, desde 2014 foi delineado o caminho a trilhar, que por vezes teve alguns obstáculos, mas com a ajuda dos AMIGOS que acreditaram em mim e no projecto, desde a primeira hora, chegamos aqui hoje e podemos dizer CONSEGUIMOS
Isto não seria possível sem a ajuda dos muitos AMIGOS que se têm juntado a esta onda de sucesso e a eles todos o MEU MUITO OBRIGADO, porque com GRANDES AMIGOS, tudo se torna possível.
Ao longo destes três anos, caminharam comigo todos aqueles que sempre acreditaram e quiseram fazer do Camping Party Montejunto, um evento cada vez melhor.
Não vou aqui nomear os nomes de todos, porque corria o risco de me esquecer de alguém, mas desculpem-me, há dois que não posso deixar de referir, porque têm sido os meus braços direitos desde o primeiro momento (Rodas Team e o Felipe White).
Mais uma vez quero agradecer a TODOS pelo trabalho e dedicação que têm demonstrado ao longo destes meses e faço votos que continuem assim nestes meses que se avizinham para que o NOSSO / VOSSO evento venha a ser uma referência no panorama do Geocaching Nacional

Somos Made Entre Grandes Amigos



GeoCadaval

quinta-feira, 16 de junho de 2016


Pôr-do-sol (também chamado de sol-pôr, anoitecer, entardecer ou ocaso) é o momento em que o Sol se oculta no horizonte na direção oeste, sendo o início da noite. Pode ser considerado como um processo inverso do nascer do Sol, que é quando o sol aparece no horizonte na direção leste, iniciando o dia. Este acontecimento verifica-se todos os dias em todas as regiões compreendidas entre o Círculo Polar Ártico e o Círculo Polar Antártico.
Ao período do dia em que ocorre o pôr-do-sol, dá-se o nome de "ocaso". Ele surge graças ao movimento de rotação da Terra, no qual o sol aparenta se mover em torno do nosso planeta atravessando o céu de leste a oeste, o que ocorre graças nossa observação se dar em um ponto não inercial.


Curiosidade
A forma correta de escrita da locução é pôr do sol. A locução pôr-do-sol passou a estar errada desde a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, em janeiro de 2009. Devemos utilizar a locução pôr do sol sempre que quisermos referir o momento do dia do desaparecimento do sol no horizonte, sendo sinônimo de ocaso, poente, crepúsculo.

Exemplos:
Vamos assistir juntos ao pôr do sol?
Que bonito pôr do sol!
Sairei de casa depois do pôr do sol.
Segundo o Novo Acordo Ortográfico, não deverá ser utilizado hífen nas locuções substantivas, adjetivas, pronominais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais.
Exemplos: pôr do sol, fim de semana, dia a dia, sala de jantar, cão de guarda, cor de vinho, café com leite, ... Serão exceções a esta regra algumas locuções consagradas pelo uso, com significado próprio: água-de-colónia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará e à queima-roupa.
Além disso, o Novo Acordo Ortográfico não trouxe qualquer alteração ao verbo pôr, sendo mantido o acento circunflexo, para se diferenciar o verbo pôr da preposição por.

Com Acordo ou sem Acordo Ortográfico este é o Pôr-do-sol que poderá admirar cá da nossa Serra de Montejunto.





sexta-feira, 27 de maio de 2016

Rota dos Moinhos


A Rota dos Moinhos


O Monte de Pedra, uma só Pedra, um Monte...junto.

É nesta Serra de Montejunto que ao longo de vales e montes vamos encontrando pequenos pontos de cor, são eles os moinhos da nossa Serra.
Em tempos que já la vão, Cadaval era um território rural em que os pastores eram os "donos" destes vales e montes, faziam sustento com as suas ovelhas e cabras, muitas vezes utilizavam cabritos e borregos como "moeda de troca", para adquirir os cereais que no Inverno, era o suplemento alimentar quando não era possível levar o gado para as pastagens.
Hoje em dia muitos dos nosso moinhos não estão em funcionamento, ou melhor, já não servem para laborar, simplesmente muitos destes moinhos, foram adquiridos por particulares e restaurados para uso familiar, muitas são as famílias que, aproveitam os moinhos da família para passar um bom fim de semana com esta bela vista.

São estas as paisagens que vos espera nesta Rota dos Moinhos.






terça-feira, 9 de junho de 2015

Air Race Montejunto' 15

Air Race 
Montejunto 2015


Corrida de TB´s, pela Europa. Leva o teu avião a visitar as capitais europeias, ganhando assim pontos. A corrida durará um ano sensivelmente.

19 de Dezembro de 2015
das 16.00 horas ás 20.00 horas
Período da corrida: 00.01 horas de 25 de Dezembro de 2015 a 31 de Dezembro de 2016.

REGULAMENTO

Bem-vindos à 
2ª Corrida de Trackables do GeoCadaval

Air RACE Montejunto

Trata-se de uma corrida de TB's pela Europa.

Para participarem, só terão que fazer online, até ao dia 20 de Dezembro, às 16 horas, a vossa inscrição no Evento GC5X8RV.


A copy do Trackable ficará em posse da organização, que o colocará em corrida a pedido do proprietário.

O vosso Trackable deverá ser colocado no inventário deste evento, aquando do vosso Will Attend.
O Trackable deverá ter 0 (zero) kilómetros e o seu primeiro movimento só poderá ser feito no dia do Tiro de Partida que será a 19 de Dezembro de 2015 pelas 16.00 horas.
A corrida terá a duração de 1 ano, sensivelmente, terminando às 00.00 horas do dia 31/12/2016.

Nesse momento a classificação será encerrada, pelo que não serão contabilizados a partir daí quaisquer movimentos, ainda que de forma retroactiva.
A organização disponibiliza um Logo de Corrida, numerado, que deverá acompanhar todos os Trackables participantes.

A classificação será ordenada atribuindo os seguintes pontos:

* 1 ponto por cada kilómetro acumulado
* 100 pontos por cada movimento com fotos* com o TB dos Monumentos Portugueses, escolhidos pela Organização.
* 500 pontos por cada movimento com fotos* com o TB dos Monumentos Europeus, escolhidos pela Organização.
*As fotos anexadas, feito por um Geocacher diferente (logs de descoberto e notas não serão contabilizados)
* 1000 pontos por Distrito/Estado visitado.
* 5000 pontos por cada país diferente visitado.
* -5.000 pontos de penalização para movimentos efectuados pelo owner do trackable (excepção feita aos dois primeiros movimentos de largada no Tiro de Partida).
* -10.000 pontos de penalização para movimento fraudulentos que desvirtuem o espírito inicial da corrida (esta penalização poderá ser aplicada tantas vezes quantas necessárias para recolocar a verdade desportiva).

Monumentos Portugueses
- Castelo de Guimarães
- Bom Jesus de Braga
- Torre dos Clérigos
- Mosteiro da Batalha
- Real Fábrica do Gelo
- Palácio de Mafra
- Palácio da Pena
- Torre de Belém
- Cristo Rei
- Templo de Diana

Monumentos Europeus
Espanha
– Familia Sagrada de Barcelona
- Santiago Bernabéu (Estádio do Real Madrid)

França
– Tour Eiffel
- Arco do Triunfo

Inglaterra
- Big Ben
- Tower Bridge

Italia
-        Coliseu de Roma
-        Torre de Pisa

Alemanha
-        Portas de Bademburgo
-        Alianz Arena (Estádio do Bayern Munique)

Contamos com a vossa presença!
No próximo dia 19 de Dezembro, entre as 16 e as 20 h.


Façam já o vosso Will Attend!

terça-feira, 17 de março de 2015

AGAPORNIS




Um "Power Trail" dedicado a uma espécie de aves da qual eu gosto bastante, esta categoria de aves tem na sua principal característica, o facto de as aves quando acasalam, ser uma "união" para toda a vida, dai serem conhecidas por Pássaros do Amor o Inseparáveis. Muitas são as mutações existentes, nas variadíssimas espécies, cores e mais cores que cativam criadores de aves nos vários países do mundo. Eu sou um desses criadores desta espécie, Agapornis Fischeri, fica este PT, para ficarem a conhecer um pouco sobre estas aves, espero que gostem.

Localização das caches deste "Power Trail"

http://coord.info/GC5JM1B
http://coord.info/GC5EDZK
http://coord.info/GC5K58H
http://coord.info/GC5JFYE
http://coord.info/GC5KNBH
http://coord.info/GC5PK3K
http://coord.info/GC5PK69
http://coord.info/GC5KNAW
http://coord.info/GC5JM1J


Com base nos números escritos em cada container das caches listadas anteriormente, resolve o seguinte enigma.

A G A P O R N I S

N 39 A+1 . P (Nx10-S) 
W PPG+1 P(O-1).(Nx100)+(OxA)+(Ix3)+(20xO)-(Gx10+R-N)

 Rapejo.Team
Agapornis Lilianae
Nome em Latim: Agapornis lilianae Origem: Sul da Tanzânia, Norte do Zimbabué, Leste da Zâmbia e Noroeste de Moçambique. O seu principal habitat situa-se no Malawi. Características: Parte superior da cabeça e garganta de cor vermelha-alaranjada. A parte superior da cauda é verde, ao contrário da dos Fischers, que é azul. A restante plumagem é verde. Os filhotes apresentam cores mais pálidas do que nos adultos, e marcas escuras no bico. Comprimento total e peso: 13-14cm e 42 a 44g (fêmea) e 40 a 42g (macho). Dimorfismo sexual: Não há diferença aparente. (Os machos e as fêmeas têm a mesma cor) Habitat natural: Nas margens do Lago Niassa e em locais onde haja água próximo, como nos terrenos baixos e arborizados do rio Zambeze. Vivem em grupos de 20 a 100 aves. Modo de vida: Nidificam em troncos ocos e em ninhos abandonados de tecelões. Como material para o ninho utilizam folhas de palmeira, tiras de córtex e ramos finos. Em caixas, preferem as verticais. Alimentação: Sementes de relva, verduras, flores ricas em néctar, rebentos, bagas, frutos e sementes de árvores. Comportamento: Sensíveis a constipações, se sujeitos a temperaturas inferiores a 10ºC. Toleram bem a presença de outros pássaros. Criação: Fácil, pois são bastante férteis. Em viveiros ou em gaiolas. Acasalam de Dezembro a Março. Postura: 4-5 ovos. Incubação: 22 dias. Mutações: Conhecem-se as variantes amarela e a azul. Particularidades: Pouco comercializadas. Também conhecidos por Agapornis Nyasa.
Agapornis nigrigenis
Nome em Latim: Agapornis nigrigenis Origem: Sudoeste da Zâmbia, Nordeste da Namíbia e do Botswana e parte ocidental do Zimbabué. Características: Fronte e parte superior da cabeça de cor castanha-escura com uns laivos avermelhados. Garganta e parte da frente do peito, cor de laranja. A parte superior da cauda é verde. O resto do corpo é verde. Bico vermelho. Não confundir com os Personatas. Os filhotes apresentam cores mais pálidas do que nos adultos, e bico laranja com a ponta vermelha. Comprimento total e peso: 13-15cm e 47 a 49g (fêmea) e 37 a 39g (macho). Dimorfismo sexual: Não há diferença aparente. (Os machos e as fêmeas têm a mesma cor) Habitat natural: Nas margens arborizadas dos rios, como o rio Zambeze e as cataratas Victória, a altitudes entre os 600 e os 1300 mt. Modo de vida: Pouco se sabe. Alimentação: Adoram milheirais, onde provocam frequentes estragos. Comportamento: Suportam outras espécies, mas em grandes espaços livres. Criação: Bons criadores. São dos Agapornis mais fáceis para criar. Em viveiros ou em gaiolas. Podem acasalar em colónias, por vezes ocupando ninhos de outros pássaros. Postura: 4 a 7 ovos. Incubação: cerca de 23 dias, por vezes menos. As crias começam a voar ao fim de cerca de 33-35 dias de vida. Cor definitiva da plumagem: por volta dos 6 meses. Mutações: Em cativeiro, lutino e azul. Particularidades: Espécie ameaçada de extinção. Difícil encontrar raça pura. A fêmea é mais pequena do que o macho. Macho e fêmea incubam os ovos. Foi uma das últimas espécies de psitacídeos a ser descoberta, tendo sido descrita apenas em 1906.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Agapornis Personata
Agapornis personatus (por vezes grafado Agapornis personata) é uma das nove espécies de Agapornis, pequenas aves da família dos louros (Psittacidae). A espécie é nativa do nordeste da Tanzânia e amplamente criada sob cativeiro como mascote. O nome genérico vem das palavras gregas agape, amor, e ornis, ave, ou “ave-do-amor. Em inglês, estas aves são conhcidas por lovebirds, que tem o mesmo significdo, enquanto que em espanhol e francês, se usam termos equivalentes a “inseparáveis”, aludindo ao seu hábito de formarem par para toda a vida. Esta espécie, em particular, é denominada mascarada por causa da sua coloração, em que os olhos parecem os de uma máscara. O “inseparável mascarado” é um dos Agapornis mais pequenos, com um tamanho médio entre 12,5 e 15 cm. A sua principal característica é a cor negra ou "marrom" quase negro da cabeça, com cada olho rodeado de um anel branco, que o faz parecer estar mascarado. O bico é vermelho brilhante. O dorso é de um verde mais escuro que o ventre e nas asas tem plumas de voo negras. Tem o peito amarelo, que se continua no pescoço, incluindo a nuca. Machos e fêmeas têm idêntica aparência externa, mas os jovens têm cores mais pálidas.1 A mutação azul foi descrita originalmente em aves selvagens, na década de 1920, mas já foram descritas outras mutações, em termos de cor, resultantes de selecção em avicultura.1 . Estes piriquitos exigem uma dieta variada, principalmente de sementes, fruta ou vegetais frescos. Não convem dar-lhes nada salgado, nem contendo cafeína ou chocolate. O abacate e algumas outras frutas dessa família são venenos para os papagaios em geral2 . No seu ambiente natural, os inseparáveis fazem normalmente o ninho num buraco de uma árvore, que forram com folhas e outros elementos vegetais. A postura consiste em quatro ou cinco ovos brancos, que a fêmea incuba por cerca de 20 dias, sendo alimentada pelo macho.

Agapornis Fischeri

Agapornis fischeri
(Agapornis fischeri) é uma pequena espécie de papagaio do género Agapornis, nome pelo qual estas aves também são popularmente conhecidas. Possui a cabeça laranja ou avermelhada, o peito amarelado ou alaranjado e o resto do corpo verde com o início do rabo azul, além de ter o círculo branco em volta do olho, comum em outras espécies de agapornis. São endêmicos na Tanzânia e geralmente tem 14 a 15 centímetros de comprimento. Vivem em regiões secas relativamente arborizadas, em pequenos bandos. São aves extremamente territorialistas. Receberam o nome Fischer por terem sido listados pela primeira vez pelo explorador alemão Gustav Fischer no final do século XIX. Os inseparáveis-de-Fischer precisam de uma gaiola espaçosa, o aconselhável é 1m x 1m, sendo que não pode ser uma gaiola redonda; uma vez que caso a ave se sinta ameaçada, não vai ter o recuo que uma gaiola quadrilátera teria para tentar se defender. Seus bicos, grandes e feitos de queratina, crescem constantemente e eles estão sempre querendo mastigar algo para afiar o bico. Brinquedos coloridos e madeira são os mordedores prediletos dos agapornis. Estas aves são bastante curiosas, e tendem a bicar tudo o que vê pela frente, eventualmente podendo destruir mobílias e outros objetos. Outro fator importante é que estas aves não podem viver só; caso se sintam só, tendem a ficar triste e eventualmente morrem.É aconselhável que se tenha no mínimo duas aves, ou que o dono tenha bastante tempo para dar atenção à ave. A alimentação deles é variada, sendo que eles podem se alimentar de frutas, verduras exceto as verde-claras e grãos principalmente. Considera-se também suplementos alimentares e vitamínicos à venda em casas do ramo ou em pet shops. São aves que gostam de se lavar diariamente, requerendo uma banheira de 20 cm de tamanho. A espécie geralmente gosta de tomar sol após o banho, fator importante para eles secarem mais rapidamente. Os inseparáveis não possuem dimorfismo sexual. O sexo destas aves só é possível de determinar com precisão através de exames de ADN.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Agapornis Roseicollis

Agapornis Roseicollis
O Agapornis Roseicollis é uma das espécies do género Agapornis, originários da África. Descoberta no sudoeste da África em 1793, os pesquisadores pensaram ser uma subespécie de Agapornis Pullarius, mas em 1817 foi reconhecida como uma espécie diferente. O A. reseicollis mede cerca de 15 a 16cm1 e apresenta grande variedade de mutações.2 Os filhotes são semelhantes em aparência, mas as fêmeas podem ter a cabeça de coloração mais pálida. É encontrado no sul da África em populações selvagens em Simon's Town, África do Sul. Os escapes de cativeiro são freqüentes em muitas partes do mundo então aves selvagens têm habitado áreas metropolitanas por exemplo no Phoenix, no Arizona.